Além de Christine Lagarde, estão na disputa o diretor do Banco de Israel, Stanley Fischer, e o presidente do Banco Central do México, Agustín Carsten. A mudança na direção do fundo só deveria ocorrer no final de 2012, mas o então diretor-gerente da instituição, Dominique Strauss-Kahn, renunciou após ser acusado de agressão sexual a uma camareira de hotel nos Estados Unidos. O nome do sucessor de Strauss-Kahn deverá ser anunciado no próximo dia 30.
Mantega tem defendido que a escolha do próximo diretor-gerente do FMI seja baseada no mérito, não na nacionalidade. Ele também pede a continuidade das reformas no organismo internacional para dar mais poder aos países emergentes como o Brasil. O ministro tem criticado o fato dos países emergentes, principalmente os latino-americanos, serem pouco representados na direção do fundo.