Manuela D’Ávila considera 2º turno “momento de luta pela liberdade”

Manuela D’Ávila considera 2º turno “momento de luta pela liberdade”

Candidata praticamente repetiu o roteiro que fez no primeiro turno da eleição

Mauren Xavier

Manuela D´Ávila praticamente repetiu o roteiro que fez no primeiro turno da eleição

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Em clima de otimismo e confiante na virada, a candidata à vice-presidência da República, Manuela D’Ávila (PCdoB), descreveu o segundo turno como um “momento de luta pela liberdade”. Enalteceu a importância das ações de combate às fake news distribuídas por meio de mensagens em redes sociais e a defesa à democracia.

“Tenho convicção de que os milhares e milhares de homens e mulheres que foram às ruas de forma voluntária se engajar na nossa campanha em defesa da democracia e da liberdade produziram a maior virada da história das eleições do Brasil, que é a vitória do Haddad e minha, mas é a vitória de um Brasil livre, soberano, desenvolvido e com um trabalho valorizado”, disse.

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A candidata praticamente repetiu o roteiro do primeiro turno neste domingo, em Porto Alegre. Primeiro compromisso da agenda foi um café da manhã com apoiadores. Entre os presentes, estavam lideranças dos partidos que apoiam a sua candidatura. Marcaram presença dois candidatos que disputaram o governo do Estado no primeiro turno, Miguel Rossetto (PT) e Jairo Jorge (PDT), e o senador eleito Paulo Paim.

Em suas manifestações, eles destacaram a importância da virada como um processo de defesa da democracia e combate ao fascismo. “O que está em jogo é um país livre. Hoje temos que nos somar”, disse Jairo Jorge. Na mesma linha, o atual deputado estadual Pedro Ruas (PSol) ressaltou esse como um momento histórico no país. A figura política da candidata também foi enaltecida nas falas.

Em seguida, Manuela votou no Colégio Santa Inês, onde foi recepcionada por apoiadores, inclusive recebeu um buquê de flores de um dos integrantes da União da Juventude Socialista (UJS) Giovani Culau. Outros carregavam cartazes de apoio à candidata. Após, seguiu para casa, onde ficou até viajar a São Paulo, para acompanhar a apuração, no início da tarde. 

Para o ex-governador Olívio Dutra, que acompanhou Manuela no roteiro pela manhã, a polaridade na disputa eleitoral não é um “absurdo” porque integra o cenário político. “O problema é que evidentemente nenhum de nós pode propor o extermínio do adversário, ou aniquilação pessoal. Isso sim é fascismo”, relatou.


 

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