A disputa na cidade era polarizada entre Marco Alba e Daniel Bordignon, ex-prefeito pelo PT de 2005 a 2008, mas este último teve o registro impugnado devido a irregularidades durante o mandato julgadas pelo Tribunal de Justiça e pelo Tribunal de Contas da União. O pedido de impugnação, feito pelo Ministério Público Eleitoral, teve como base a Lei da Ficha Limpa, que passou a valer no pleito deste ano.
Os votos concedidos a Bordignon, computados como nulos enquanto o registro é mantido subjúdice - já que o petista recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - não são suficentes para que ele ultrapasse o número obtido pelo vencedor contudo.
No discurso de chegada ao poder, o prefeito eleito enfatizou a intenção de melhorar a situação econômica da cidade, citando Gravataí entre as quatro maiores receitas do Estado, apesar de aplicar somente 1%. Alba garantiu, ainda, que vai governar "de acordo com a vontade da população".