Nos bastidores comenta-se que a decisão de Marina – que fazia questão de manter o mistério sobre se iria ou não brigar pela cabeça da chapa socialista – foi antecipada como forma de garantir a "palavra" de Campos de que o PSB não iria apoiar à candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin à reeleição.
A aproximação do PSB com o PSDB, que nesta sexta ingressou oficialmente na gestão do Executivo pernambucano, com a nomeação de tucanos para o primeiro e segundo escalão do governo, teria sido a gota d''água para agilizar a decisão de Marina em aceitar a posição de vice e evitar a aliança pró-Alckmin. Oficialmente, no entanto, socialistas com livre trânsito a Campos garantem que "ainda há chance" de se fechar um acordo que envolva apoio ao PSDB paulista.