No entanto, Tarso afirmou que no âmbito estadual, o partido de Mendes, o PMDB, segue sendo de oposição ao PT. “A nossa relação vai continuar sendo de oposição, mas isso não impede de ter um diálogo correto”, afirmou. “Outra coisa é o comportamento PMDB no Congresso Nacional, onde uma boa parte da bancada forma junto com a situação. A nomeação do Mendes ajuda a consolidar o apoio da bancada gaúcha ao governo da presidente Dilma.”
Aproximação com PMDB não deve influenciar coligações
Quanto às eleições municipais do próximo ano, Tarso disse que uma suposta aproximação dos peemedebistas gaúchos ao PT, com a nomeação de Mendes, não deve influenciar nas coligações. “Os partidos no Brasil são muito regionalizados. Eu acredito que o ministro não terá influência na coligação em suas prefeituras”, explicou.
Tarso disse que a relação do PT para a disputa em Porto Alegre é com o PCdoB e com o PSB. “Os três podem ter candidatos bons para apresentar e, a partir disso, abrir para uma ampla colisão. O meu partido tem que apresentar um nome, mas todo mundo sabe que o nome da Manuela (D’Ávila) e do Beto Albuquerque são fortes.”