Política

Mesmo sem quórum, vereadores da oposição dão início à CPI da Saúde

Base governista se ausentou no primeiro dia das investigações parlamentares

Acompanha do marido e ex-governador Alceu Collares, vereadora suplente Neuza Canabarro acompanhou o início dos trabalhos
Acompanha do marido e ex-governador Alceu Collares, vereadora suplente Neuza Canabarro acompanhou o início dos trabalhos Foto : Jimmy Azevedo
Com plenário quase vazio, apenas quatro dos 13 vereadores que compõem a CPI da Saúde participaram do primeiro dia de trabalho da comissão. Pedro Ruas (PSol), Maria Celeste e Odacir Oliboni, ambos do PT, e Airto Ferronato (PSB) utilizaram a tribuna para expor os objetivos dos trabalhos. Como o quórum mínimo é de sete parlamentares, não foi possível votar a escolha do relator e do vice-presidente.

“Os vereadores que hoje não vieram ganharão falta”, disse o presidente da CPI, Pedro Ruas. Pelo regimento interno, na terceira falta consecutiva de um vereador na comissão, ele poderá ser substituído por outro da mesma bancada. Não havendo quórum nas próximas três reuniões, a CPI poderá definir a redução do número mínimo para as deliberações, convocações, depoimentos, solicitações de documentos ao Ministério Público Federal e Polícia Federal.

A comissão pretende investigar o desvio de R$ 9,6 milhões do contrato da prefeitura com o Instituto Sollus para gerenciar o Programa Saúde da Família (PSF) da Capital. Serão 120 dias de trabalho.

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