O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), negou na noite de quarta-feira, o envolvimento com as denúncias de recebimento de propina no Distrito Federal. Em vídeos, o ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa aparece conversando com o empresário Alcir Collaço. No diálogo, Collaço afirma que Temer receberia R$ 100 mil por mês do governador do DF em troca de apoio político.
Em nota, Temer negou as acusações e lamentou o dia de ontem. "Vivi hoje o pior dia de toda minha trajetória política". No texto, o deputado declarou que citar seu nome no escândalo é “descabido” e que vai tomar “providências legais” contra as pessoas que o acusam de receber o dinheiro de Arruda.
Também ontem, Temer negou que recebeu recursos ilegais da construtora Camargo Corrêa. O nome de Temer aparece no arquivo secreto da Construtora Camargo Corrêa - documento com 54 planilhas que sugerem contabilidade paralela da empreiteira. Temer é citado 21 vezes, entre 9 de outubro de 1996 e 28 de dezembro de 1998, ao lado de quantias que somam US$ 345 mil.
As informações são do R7.
Michel Temer nega envolvimento no escândalo do DF
Presidente da Câmara disse que não recebeu recursos ilegais da construtora Camargo Corrêa