Questionada sobre o que aconteceria caso a construtora Delta, alvo das investigações da CPI e responsável por várias obras do PAC, seja considerada inidônea, a ministra desconversou. "Se isso vier a acontecer, quando acontecer, vamos ver o que pode ser feito". Ela esquivou-se também de comentar o que aconteceria, caso a Delta quebre. "Isso é problema da empresa, não é um problema do governo", afirmou.
A ministra negou que tenha realizado na quarta-feira uma reunião do grupo executivo do PAC ao qual caberia discutir essas questões.