A crise no sistema prisional no Rio Grande do Sul após a morte de um líder de facção em um presídio acabou por respingar na Ásia. O que era um caso específico e que estaria sob controle acabou ganhando força ao longo da madrugada desta terça-feira em Pequim.
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Na sua primeira manifestação oficial sobre o caso, o governador Eduardo Leite (PSDB) disse ser “inadmissível” uma ocorrência dessas e pediu que, para além das investigações do crime e como se deu, também haja uma revisão dos fluxos internos. A investigação será fundamental porque é necessário que haja o esclarecimento dos fatos.
A situação é extremamente grave e delicada, visto que pode servir de gatilho para outros desdobramentos, inclusive internos no governo. O caso se dá no momento em que o Executivo compartilha os números de redução de criminalidade. E também impacta na construção da narrativa positiva, após uma série de investimentos na área da segurança pública, como reforço de efetivo e qualificação da estrutura.
“Quando assumimos tínhamos presos em viaturas”, pontuou. Leite ainda repudiou possível desestruturação do sistema prisional, mas reconheceu que a situação é delicada.
É preciso ainda levar em consideração que o governo trabalha para encaminhar ainda neste ano um projeto de lei à Assembleia Legislativa que regulamenta a polícia penal.