O comandante interino da Brigada Militar na região do Planalto, tenente-coronel João Darci Gonçalves Rosa, disse que nenhum incidente entre policiais e Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) foi registrado. Ele afirmou que as famílias não serão impedidas de passar pela fazenda, apesar do interdito proibitório em vigor, desde 2007.
Advogados da família Guerra, contudo, devem acionar a Justiça para retirar os colonos, em caso de invasão. Outra ação tramita no Ministério Público determinando a proibição de acampamento nas áreas próximas da fazenda, o que corresponde a um perímetro de dois quilômetros da propriedade.
Advogados da família Guerra, contudo, devem acionar a Justiça para retirar os colonos, em caso de invasão. Outra ação tramita no Ministério Público determinando a proibição de acampamento nas áreas próximas da fazenda, o que corresponde a um perímetro de dois quilômetros da propriedade.
Em 2007, durante a marcha do MST em direção à Fazenda da família Guerra, o governo federal firmou um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público. No documento, se comprometia a assentar todas as famílias acampadas em um ano.