Bertoluci criticou ainda a queda no pagamento de precatórios e o investimento inferior a 12% na saúde. Ele frisa que o Estado é negligente no investimento na área, aplicando apenas de 6% a 9% do orçamento. “A crise financeira do Estado vem se agravando, mas mesmo assim houve crescimento de 70% nos gastos com cargos de confiança, que custam mais de R$ 10 milhões por mês.”
A líder da bancada do PMDB na Assembleia, deputada Maria Helena Sartori, aponta que Tarso compromete as futuras gestões com maior endividamento. “Trata-se do primeiro orçamento feito pelas mãos do atual governo, que fez empréstimos na ordem de R$ 5 bilhões, enquanto os investimentos em obras e nos serviços importantes caíram e a crise financeira se agravou.”