"A presidente Dilma Rousseff representa, por si mesma, o sucesso da transição democrática brasileira", afirmou ontem Daniel Restrepo, conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca para Assuntos Hemisféricos, referindo-se a seu passado na guerrilha e sua prisão e tortura pelo regime militar brasileiro (1964-1985).
O tema entrará também na agenda de Obama com a presidente Dilma Rousseff, no dia 19, e com o chileno Sebastián Piñera. Mecanismos de cooperação com o mundo árabe nessa área deverão ser explorados especialmente pelo Itamaraty. O próprio chanceler Antônio Patriota adiantou o interesse brasileiro de cooperar no processo de transição democrática dos países árabes, em seu encontro de fevereiro com Hillary Clinton.