Ele também disse ser necessário ampliar o quadro, mas acrescentou que “não adianta termos mais mortos de fome, primeiro temos que resolver a questão salarial”. Sobre a participação de oficiais nos protestos realizados pelo Estado em nome dos praças da corporação, o coronel Riccardi disse que a entidade não patrocina tais atos. “Somos ordeiros e é assim que vamos protestar se não tivermos nossas preces atendidas”, afirmou.
Conforme o coronel, os oficias deixarão de fazer o que chama de “plus para a comunidade”, como “passar o chapéu” para reparar uma viatura ou instalar uma câmera de vigilância. Tarso prometeu conversar novamente com os oficiais na próxima semana e oferecer uma proposta de atendimento às reivindicações da categoria.
Protestos por todo Estado
A Corregedoria da Brigada Militar já identificou a participação de pelo menos dois policiais militares nos protestos registrados no Estado. Um deles trabalhou na Casa Militar e outro no governo Olívio Dutra. Tanto a Associação dos Oficiais quanto a dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM) condenam as manifestações, focadas principalmente na queima de pneus em rodovias. Os atos iniciaram na abertura da Expointer, no início de setembro.