Em uma breve declaração, o comitê "pede ao Brasil que tome todas as medidas necessárias para garantir que Lula (...) possa exercer seus direitos políticos enquanto estiver na prisão, como candidato nas eleições presidenciais". Os especialistas indicam que Lula só poderá ser desqualificado uma vez "que todos os recursos pendentes sejam completados em um procedimento justo e que sua condenação seja final".
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O Comitê, que tem sede em Genebra, é responsável pelo monitoramento das violações do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, bem como por um texto suplementar chamado Protocolo Facultativo.
Como o Brasil ratificou ambos os textos, é tecnicamente obrigado a cumprir as conclusões desse comitê. Um membro do comitê, Olivier de Frouville, disse à AFP que os advogados de Lula pediram uma ação urgente em três questões: que ele seja imediatamente libertado, que ele tenha acesso à mídia e ao seu partido político, e que se permita que ele participe das eleições. O comitê rejeitou a primeira petição, mas validou as outras duas.
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