Conforme as investigações, de 2011 a 2012, houve uma suposta fraude em licitações para diversos tipos de serviços, especialmente na área da saúde. A compra de dois eletrocardiógrafos e dois desfibriladores, medicamentos, além de combustíveis, alimentos e pneus, teriam passado por licitações direcionadas ou indevidas.
Ainda é analisada a suposta ilegalidade de diversas obras públicas, como a construção de uma escola de educação infantil, duas unidades básicas de saúde, casas populares, creches e praças, paradas de ônibus e uma ponte. Também é alvo a realização de provas para um concurso público. Todas as empresas são de propriedade de pessoas ligadas diretamente, por vínculo de parentesco ou amizade, à administração municipal, servidores do setor de licitações e da Câmara de Vereadores.