O chefe da Casa Civil do Rio Grande do Sul, Otomar Vivian, foi o primeiro entrevistado do programa "Esfera Pública", apresentado pela jornalista e colunista de política do Correio do Povo, Taline Oppitz, e o professor, escritor, jornalista e colunista do jornal Juremir Machado da Silva.
No programa, o secretário contou sobre sua juventude e atuação política em Caçapava, elogiou o governo Yeda Crusius e falou sobre o projeto que institui salário mínimo de R$ 1,5 mil aos professores. Segundo ele, a proposta de implementar o piso nacional de R$ 1.024 como piso da categoria provocaria despesa de R$ 4 bilhões, medida que seria irresponsável se adotada no Rio Grande do Sul.
Ao se referir ao reajuste de 6% proposto ao Magistério estadual, disse que esse não é o percentual ideal, mas o possível neste momento. Vivian reiterou que a atual gestão já concedeu 30% de reajuste nos últimos três anos e que gostaria de aumentar os valores, mas isso prejudicaria o equilíbrio financeiro do Estado.
Otomar Vivian é o primeiro entrevistado do "Esfera Pública"
Chefe da Casa Civil falou sobre sua atuação política e salário de R$ 1,5 mil aos professores