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Conforme o novo ouvidor-geral, os parlamentares gozam de imunidade parlamentar justamente para terem liberdade de ação em casos como esse, nos quais estão envolvidos diversas instâncias e poderes. “Queremos ouvir as pessoas do povo, pessoas da escola, da igreja, dos municípios próximos, pessoas que sabem de maneira muito direta do ocorrido, do pré-ocorrido e do posterior”, disse Marlon.
A intenção do deputado é buscar parceria com as câmaras municipais das cidades de Três Passos, Frederico Westphalen e, provavelmente, Cristal do Sul. “Não serão audiências públicas”, explicou. “Eu, como ouvidor, a deputada Zilá e outros deputados que quiserem enfrentar o assunto estaremos juntos nessas audiências para ouvir pessoa por pessoa, faremos diligências do Poder Legislativo nessas regiões, com viaturas oficiais, sem nada a ser escondido”, disse.
“Aquilo que deduzirmos que irá acrescentar ao processo nós passaremos à autoridade competente, mas que nós julgarmos competente”, ressaltou. “Porque competência para isso não é somente a autoridade instituída por concurso; muitas vezes, é a autoridade eletiva”, afirmou.
Segundo o parlamentar, embora tenha havido muita ação, o que mais chama atenção no caso é que também houve muita negligência. "E continua havendo", declarou. “Tem muita coisa que eu, na condição de autoridade investigativa, não deixaria acontecer”, disse.
* Com informações da Assembleia Legislativa