Política

Pacheco lamenta tragédia em Petrópolis (RJ) e defende união

Município já registrou pelo menos 66 mortes por causa das fortes chuvas

Município já registrou pelo menos 66 mortes por causa das fortes chuvas
Município já registrou pelo menos 66 mortes por causa das fortes chuvas Foto : PEDRO GONTIJO/SENADO FEDERAL/CP

O presidente do Congresso Nacional e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), lamentou a tragédia ocorrida em Petrópolis (RJ), afetada por fortes chuvas, que já provocaram a morte de pelo menos 67 pessoas, e afirmou que o país precisa de "união de todos neste momento".

"As chuvas vêm causando tragédias em diversos estados. No final do ano, em Minas Gerais e na Bahia. Agora, na região serrana do Rio de Janeiro. Deixo aqui minha solidariedade aos familiares e amigos das vítimas atingidas pelos temporais na cidade de Petrópolis. Precisamos da união de todos neste momento", escreveu Pacheco nas redes sociais.

O município, localizado na região serrana do estado, tem sido atingido por fortes chuvas. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, avaliou o cenário como "quase situação de guerra" e que está havendo um "grande trabalho de solidariedade" para resgatar os moradores.

A tragédia levou o presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em agenda de três dias na Rússia, a alterar a rota da volta ao Brasil. O mandatário, que estará em Budapeste, na Hungria, nesta quinta-feira (17), pousará no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e não em Brasília, na sexta-feira (18). De lá, segue para a área de Petrópolis acompanhado do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL).

O mandatário anunciou, em conversa com a imprensa em Moscou, que o governo vai liberar um crédito extraordinário para o município. Bolsonaro, que lamentou os óbitos, não informou qual o valor do crédito e destacou que o governo deve liberar também saques do FGTS para os moradores da região serrana.