Palocci seguiu a determinação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e antecipou para os petistas as respostas que apresentará ao questionamento da Procuradoria-Geral da República. "As informações nos pareceram bastante consistentes", disse o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), sem adiantar o teor da defesa do chefe da Casa Civil. "Nós entendemos que não há provas suficientes contra o Palocci", acrescentou.
Durante o almoço, Dilma admitiu necessidades de ajustes na condução da articulação política do governo, já que há várias queixas de parlamentares sobre a falta de interlocução com ministros. "Todos estão convencidos de que é necessário ter acesso mais fácil às pessoas do governo e dialogar mais", declarou Costa.