Costa observou que apesar da situação de solidez econômica do Brasil, o governo decidiu se prevenir diante dos "sinais de crise muito forte", como a que atingiu o País em 2008. Ele acrescentou que além de garantir o equilíbrio fiscal, a medida cria condições para reduzir a taxa de juros em um longo prazo.
Dias criticou a medida, afirmando que o governo "não anunciou nada de novo". Para o tucano, a medida é apenas uma consequência da alta taxa de arrecadação de impostos, que permitiu que quase 80% da meta de superávit fosse alcançada até julho. O tucano enfatizou que a saúde precisa de mais receita e defendeu a votação da regulamentação da Emenda 29 na Câmara. Ele sugeriu que o governo corte gastos com despesas correntes que sustentam os 39 ministérios e com corrupção, lembrando as recentes denúncias de superfaturamento de obras.