A nota destaca que o "Partido Democrático Trabalhista foi a primeira sigla partidária, ainda no primeiro semestre de 2010, a fechar apoio à então candidata Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República, sem que para isso tenha feito acordos sobre possíveis espaços no governo federal em sua eventual vitória, confirmada em novembro de 2010". Diz ainda que Lupi, presidente nacional licenciado do PDT, "sabe que cabe à presidente da República, única e exclusivamente, nomear e exonerar, a qualquer período, seus ministros colaboradores".
Em uma conversa com jornalistas sobre denúncias de irregularidades na Pasta do Trabalho, na terça, Lupi afirmou, entre outras declarações, que para tirá-lo do cargo "só abatido a bala e tem que ser bala forte, porque eu sou pesadão". Quando questionado sobre a confiança da presidente Dilma Rousseff nele, o ministro declarou que "duvida" que a presidente o tire da função.
A presidente Dilma Rousseff não gostou nem um pouco do tom ameaçador do ministro. Dilma incumbiu a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, de transmitir a sua insatisfação a ele. Gleisi disse a Lupi que "houve excesso" na fala dele no dia anterior e que "ele e todos os ministros deste governo sabem que quem nomeia e quem demite é a presidenta da República".
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