A mudança no indexador, de IGP-DI mais 6% ao ano para o IPCA mais 4% ou Selic, retroativo a janeiro desse ano, no entanto, permitirá que o Estado cubra integralmente os valores de pagamento da dívida, fixando o seu término no ano de 2027. Segundo o governador Tarso Genro, o problema do Rio Grande do Sul, agora, é outro: “É um momento muito importante, pois o Estado olha o futuro da sua dívida de forma diferente. A partir de agora, o problema é como financiaremos essa transição”, apontou.
O secretário da Fazenda, Odir Tonollier, acompanhou a aprovação do projeto na tarde desta quarta na Câmara dos Deputados, em Brasília, e deve participar da reunião com Calheiros e Tarso na próxima semana.