No entanto, o órgão federal fala que é comum a concessão de prazo extra. A ideia é que o País tenha até oito de fevereiro para se manifestar. O entendimento da OEA é que há violação de diretos humanos no interior da casa de detenção.
Entre as ações exigidas estão a adoção de medidas necessárias para salvaguardar a vida e integridade física dos detentos, a disponibilização de condições de higiene, de tratamentos médicos adequados e a implementação de ações para que o Estado recupere o controle da segurança.
A ação foi ajuizada por entidades gaúchas descontentes com o tratamento dado à unidade de detenção. Na véspera do Natal, o Presídio Central foi vistoriado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O trabalho teve a presença do presidente nacional da ordem, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Ao final da visita, o grupo de observadores constatou que nada mudou em relação à última inspeção, em abril de 2012.