Candidato derrotado na disputa pelo governo do Estado, Fogaça se refere ao apoio informal do PMDB gaúcho a José Serra (PSDB), adversário de Dilma na eleição presidencial. Cogitado para assumir o cargo de Simon, ele ressalta que o partido tem várias etapas a percorrer, mas que a prioridade é a escolha do presidente estadual, cuja lista de cotados inclui os deputados Alceu Moreira, Edson Brum, Ibsen Pinheiro, Eliseu Padilha e o ex-governador Germano Rigotto. "O PMDB precisa construir sua unidade política, aprofundar o debate interno na avaliação dos erros e das fragilidades e ter consciência de caminhar para frente", destacou. Além de superar divergências internas e discutir um programa de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul, Fogaça diz que o PMDB precisa definir seu papel no contexto regional e nacional.
PMDB gaúcho tenta resolver contradições
Depois de contrariar comando nacional, líderes definem novos rumos <br />
Prevista para 16 de dezembro, a convenção estadual do PMDB deve marcar o início de um novo ciclo no partido. A saída iminente do senador Pedro Simon da presidência estadual da sigla e o debate sobre o futuro do partido movimentam os bastidores. Além de encontrar um nome de consenso para dirigir a legenda, é necessário definir a postura a ser adotada frente ao comando nacional do PMDB, fortalecido com a eleição de Michel Temer (PMDB) como vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff (PT). "Não é possível que o partido tenha um histórico permanente de contradição com a executiva nacional", disse o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça.
Candidato derrotado na disputa pelo governo do Estado, Fogaça se refere ao apoio informal do PMDB gaúcho a José Serra (PSDB), adversário de Dilma na eleição presidencial. Cogitado para assumir o cargo de Simon, ele ressalta que o partido tem várias etapas a percorrer, mas que a prioridade é a escolha do presidente estadual, cuja lista de cotados inclui os deputados Alceu Moreira, Edson Brum, Ibsen Pinheiro, Eliseu Padilha e o ex-governador Germano Rigotto. "O PMDB precisa construir sua unidade política, aprofundar o debate interno na avaliação dos erros e das fragilidades e ter consciência de caminhar para frente", destacou. Além de superar divergências internas e discutir um programa de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul, Fogaça diz que o PMDB precisa definir seu papel no contexto regional e nacional.
Candidato derrotado na disputa pelo governo do Estado, Fogaça se refere ao apoio informal do PMDB gaúcho a José Serra (PSDB), adversário de Dilma na eleição presidencial. Cogitado para assumir o cargo de Simon, ele ressalta que o partido tem várias etapas a percorrer, mas que a prioridade é a escolha do presidente estadual, cuja lista de cotados inclui os deputados Alceu Moreira, Edson Brum, Ibsen Pinheiro, Eliseu Padilha e o ex-governador Germano Rigotto. "O PMDB precisa construir sua unidade política, aprofundar o debate interno na avaliação dos erros e das fragilidades e ter consciência de caminhar para frente", destacou. Além de superar divergências internas e discutir um programa de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul, Fogaça diz que o PMDB precisa definir seu papel no contexto regional e nacional.