Durante a coletiva, foi ressaltado o acordo no qual o candidato do PT se comprometeu a incluir em seu programa de governo propostas da campanha de Chalita, como o projeto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) e o Centro de Monitoramento de Segurança (inspirado no projeto do prefeito reeleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB). À Agência Estado, Chalita admitiu que a opção por Haddad foi "fácil para ele". "Para mim foi fácil, queria ter anunciado no domingo", disse o deputado federal. O acordo não havia saído porque o PMDB negocia neutralidade do PT em cidades estratégicas para o partido, como Mauá, na Grande São Paulo, Natal e Florianópolis.
No ato de apoio, Chalita disse que está disponível para participar ativamente da campanha de Haddad. "Espero sim que Chalita possa me acompanhar (nas ruas)", disse Haddad, após receber o apoio dos peemedebistas. Além do PMDB, Haddad ganha também o apoio dos partidos que integraram a coligação de Chalita neste primeiro turno: PSL, PSC e PTC. Além de Temer, Chalita e Haddad, o anúncio contou também com a presença de lideranças dessas legendas. Na tarde desta quinta-feira caciques do PT e PMDB se reúnem para discutir a reciprocidade entre as duas siglas nas cidades consideradas estratégicas pelo PMDB.