A alegação é de que o advogado não teria “ficha limpa” para ocupar vaga no Executivo Municipal. O assessor foi condenado em um processo em 2004, o que o impediria de assumir cargo público e receber outros benefícios por 10 anos.
O prefeito disse que em março deste ano, quando foi notificado pelo Judiciário sobre a irregularidade, exonerou imediatamente o advogado. “Estou tranquilo porque não cometi irregularidade. Não tinha conhecimento desta condenação”, explicou Costi. Ele e o vice-prefeito José Calvi, porém, correm risco de cassação.
Após aprovação unânime dos nove vereadores, as investigações da comissão serão iniciadas em 15 dias. Os suspeitos apresentarão defesa e os parlamentares votarão pela sequência ou não do processo. Caso seja dada continuidade, os dois políticos podem ser cassados e uma nova eleição municipal terá que ser realizada.