Melo frisou que o montante foi alcançado graças aos recursos aplicados em obras para a Copa do Mundo e no Projeto Integrado Socioambiental (Pisa). Ele destacou que o percentual mínimo exigido por lei em saúde e educação - 15% e 25% - ficaram acima respectivamente com 21% e quase 28%.
Além dos secretários da Fazenda e Planejamento, a entrega do balanço financeiro contou somente com a participação de vereadores da base aliada. O vereador Pedro Ruas (PSol) falou informalmente não ter sido convidado para reunião. No entanto, o presidente da Casa, o vereador Thiago Duarte (PDT), rebateu ao afirmar que o convite foi feito em plenário e que pode até solicitar o serviço do taquigráfica para ratificar a informação.
Os membros que deixaram a reunião foram vaiados por representares do Sindicato dos Servidores da Secretaria (Sinfaz) que reivindicam a revisão do balanço com base no valor fechado do Produto Interno Bruto (PIB) – 0,87% – e não do que foi projetado e calculado pelo Executivo – 3,3%.