"Seria ideal que tudo acontecesse sem deslizes, mas, se eu tiver que optar, eu prefiro, sim, ter uma Polícia Federal independente e autônoma a uma Polícia Federal parada, sem nenhum tipo de ação", acrescentou o ministro, antes de ser homenageado com o título honorífico "doutor honoris causa" pela Escola Paulista de Direito (EPD), na capital paulista.
Desde a semana passada, a atuação da PF vem sendo questionada após a deflagração da Operação Voucher, que desmontou um esquema de desvio de recursos no Ministério do Turismo e prendeu 36 pessoas, entre elas autoridades e integrantes da pasta. Na ação, foram usadas algemas e, posteriormente, foram vazadas fotos, sem camisa, dos detidos.