Política

Presidente Dilma recebe Nicolas Sarkozy no Palácio do Planalto

Ex-presidente francês visita Brasil a convite de instituição bancária

Sarkozy se encontrou com Dilma na manhã de hoje
Sarkozy se encontrou com Dilma na manhã de hoje Foto : Roberto Stuckert Filho / Presidência / Divulgação / CP
A presidente Dilma Rousseff se reuniu na manhã desta segunda-feira com o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy, no Palácio do Planalto, em Brasília. O ex-presidente francês visita o Brasil a convite de uma instituição bancária privada. Ele veio fazer uma palestra e pediu audiência com a presidente.

Nas últimas reuniões com líderes estrangeiros, Dilma conversou sobre a crise econômica internacional e seus impactos, o papel da América Latina e o clima de tensão no Oriente Médio. Também foram discutidos os confrontos armados na Síria e no Líbano que, na semana passada, foi alvo de ataque com carro-bomba, que matou oito pessoas e feriu mais de 70.

A crise financeira que atinge a União Europeia foi tema da reunião. Os dois também trataram dos conflitos no Oriente Médio e discutiram questões relacionadas ao G20 (grupo das nações mais ricas do mundo). O político francês destacou a contribuição que o Brasil tem a dar no cenário internacional.

Em uma hora de conversa, o ex-presidente destacou que a aproximação ocorrida nos últimos anos entre Brasil e França foi muito importante para o enfrentamento dos grandes temas internacionais atuais. Ele reiterou o apoio à pretensão do Brasil por um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, também participaram do encontro.

Nicolas Sarkozy, de 57 anos, foi presidente da França de 2007 até até o começo deste ano. Ele perdeu as últimas eleições para o socialista François Hollande. Defensor de uma política neoliberal e severa em relação aos imigrantes, Sarkozy, segundo especialistas franceses, sofreu os impactos de suas ações consideradas discriminatórias e da crise econômica internacional.

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