A informação de que nenhuma empresa havia manifestado interesse no bloco 2 de concessões de rodovias, que estava com o leilão previsto para o próximo dia 10 de junho, na Bolsa de Valores, em São Paulo, foi comemorada pelo presidente e o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no início da tarde desta quarta-feira.
Nas redes sociais, o presidente da CPI, Paparico Bacchi (PL), destacou que a suspensão do leilão é fruto da pressão do trabalho da comissão. Ressaltou ainda que se avançasse seria prejudicial.
Já o relator, Miguel Rossetto (PT), destacou que cabe agora à comissão aprofundar as discussões e as alternativas. "Os pedágios do governo Leite são tão ruins que não interessam nem à sociedade e nem ao setor privado. Um conjunto de fracasso”, afirmou ele.
Rossetto ponderou que irá trazer no seu relatório alternativas à logística do Estado, como fortalecimento da EGR e do DAER, citando que há R$ 1,5 bilhão de recursos do Funrigs que estavam previstos para o bloco 2 e que podem retornar como investimentos. Além disso, antecipou que o bloco 1 seja suspenso.