"Gilberto Carvalho é réu de ação civil pública, pois nos autos há indícios de que ele participou de esquema de corrupção em Santo André", enfatizou Wider Filho. "Num só transporte de dinheiro, ele levou 1,2 milhão de reais para financiamento de campanha", disse.
Celso Daniel foi morto em 2002, quando Carvalho, amigo pessoal do político, era secretário de governo. A polícia classificou o caso de ocorrência criminal comum, mas familiares e promotores sustentam que o crime foi encomendado com interesses políticos.
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