Conforme o presidente da Central Única dos Trabalhadores no Rio Grande do Sul, Celso Woyciechowski, o aumento do mínimo regional deve ser responsável pelo crescimento nos salários de 1,2 milhão de trabalhadores gaúchos. O valor também é utilizado nas discussões de dissídios de diversas categorias. A reunião de hoje pode definir o percentual entre 15% e 18%.
Woyciechowski explica que entram na conta diversos índices. “Vamos entregar uma proposta para o governo do Estado contendo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2010, também a média de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Rio Grande do Sul e do Brasil, entre outros índices, para recompor as perdas”, explica.
Conforme as centrais sindicais, as perdas nos últimos anos somam 26% em relação ao piso nacional. A diferença entre os dois salários, que já foi de 28%, hoje representa apenas R$ 6,57. No País, o mínimo é de R$ 540. No Rio Grande do Sul, as faixas variam entre R$ 546 e R$ 595.