O suposto esquema de favorecimento, segundo a tese sustentada pelo Ministério Público Estadual, acabou resultando no assassinato do ex-secretário da Saúde, Eliseu Santos, em 26 de fevereiro deste ano, no bairro Floresta. Na época, ele prestava depoimento à Polícia Federal sobre a contratação do Instituto Sollus para gerir o PSF e declarou que vinha sofrendo ameaças, atribuídas à empresa de segurança Reação, responsável pela vigilância dos postos de saúde da Capital.
A Procuradoria da Casa vai, agora, analisar o pedido de Ruas. O órgão vai analisar se continuam valendo as assinaturas dos ex-vereadores Neuza Canabarro (PDT), que não se reelegeu, e Claudir Néspolo (PT), que era suplente na época em que as 11 primeiras assinaturas foram coletadas.