A cúpula tucana anunciou ainda a formação do novo conselho político do partido, que inclui o ex-governador de São Paulo José Serra, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o senador mineiro Aécio Neves, o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o governador de Goiás, Marcone Perilo.
O presidente Sérgio Guerra anunciou que os ajustes necessários para o novo conselho, que deverá ter poder de deliberação na executiva nacional, serão feitos posteriormente. Guerra procurou demonstrar consonância com os discursos de Aécio Neves e José Serra e voltou a afastar os rumores de racha interno no partido. “O PSDB nunca esteve dividido. Essa afirmação é uma fraude. Sempre nos unimos”, disse.
As notícias sobre o que seria uma disputa de poder entre o senador mineiro e o ex-governador de São Paulo também foram negadas pelos dois em discursos anteriores ao de Sérgio Guerra. A presidência do Instituto Teotônio Vilela, que teria sido almejada por Serra e oferecida a Jereissati pelo grupo de Aécio Neves, estaria entre os principais pontos de discórdia.