A segunda emenda a ser apresentada por Dias é para retirar do projeto a autorização para que a presidente Dilma Rousseff conceda os reajustes dos próximos anos por decreto. Ele argumenta que este artigo é inconstitucional. "Reajuste do mínimo tem de ser feito por lei", diz.
Dias ainda consultará a bancada do partido, mas diz não ver problemas em votar o mínimo já na próxima semana, como defende o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR). "Pessoalmente eu não vejo problema. Temos de ser eficientes e estas questões precisam ser resolvidas com rapidez. Votar amanhã ou daqui um mês não muda o resultado".
O presidente da Força Sindical-RS, Cláudio Janta, disse em entrevista ao site do Correio do Povo, nesta quinta-feira, os trabalhadores viram ontem, na aprovação do reajuste, o que jamais imaginavam. “Sindicalistas históricos votaram contra o aumento. Estamos frustrados”, disse, citando nomes como os dos deputados Aldo Rebelo (PCdoB), João Paulo Cunha (PT), Vicentinho (PT) e Ricardo Berzoini (PT). “Pessoas que fundaram a CUT, que moldaram o movimento sindical foram ao plenário ontem para dizer que o trabalhador não precisa de R$ 0,50 por dia.”