Indicado por Eduardo Leite (PSDB) para uma das cadeiras de direção do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o governador Ranolfo Vieira Júnior (PSDB), que estava cotado para seguir no secretariado, falou sobre a nova experiência que terá a partir de 2023, quando transmitir o cargo no Piratini ao governador eleito.
"Eu conversei com o Eduardo (Leite) sobre continuar no governo, voltar para Segurança. Mas este ciclo foi encerrado, assim como o de governador está se encerrando. Por isso aceitei dirigir este importante banco. É um desafio, sem dúvida alguma. Mas é um banco de fomento que vai auxiliar, e muito, no desenvolvimento do nosso Estado. Às vezes nós não temos a dimensão da representatividade do BRDE", disse.
A declaração foi dada em visita à sede da Record TV RS, nesta quarta-feira, onde foi recebido pelo presidente da emissora, Gustavo Paulus, e pelo presidente do Correio do Povo, Sidney Costa. O governador estava acompanhado da secretária de Comunicação do RS, Zete Padilha.
O anúncio da sua indicação ocorreu na última terça-feira. Ranolfo ressaltou que a instituição reverteu, nos últimos quatro anos, só no RS, mais de R$ 4,5 bilhões de reais em recursos voltados ao desenvolvimento. Em 2024, o delegado deverá assumir a presidência do BRDE, que é rotativa entre os três estados da região.
"Vamos trabalhar muito e quero que o banco esteja ao lado dos municípios, do agro, da indústria, fomentando o desenvolvimento econômico do nosso Estado", afirmou.
Ao anunciar Pricilla Maria Santana como secretária da Fazenda em sua próxima gestão à frente do Piratini, nesta quarta-feira, Leite confirmou o nome do atual secretário da pasta, Leonardo Busatto, como o ocupante da segunda cadeira de direção a que o RS tem direito.