“Faz 22 anos que estou na Câmara, e é a primeira vez que vejo isto”, protestou o vereador Airto Ferronato (PSB). O diretor do Simers Edson Prado Machado, que foi à Câmara para acompanhar a tramitação do projeto que cria o Instituto de Saúde da Família, afirmou que foi um caso de "coerção autoritária".
"É um constrangimento desnecessário", ressaltou o presidente da Associação dos Funcionários Municipais (AFM), João Paulo Machado, que também foi ao plenário para acompanhar as votações.