Rosso deu início à reunião falando da cerca que está sendo instalada no gramado em frente ao Congresso Nacional, destinada a separar os manifestantes contra e a favor do impeachment no dia da votação do parecer no Plenário da Câmara – previsto para sexta-feira.
“Hoje, vindo para cá, me deparei com o muro e cada vez que se ergue um muro se segrega um povo”, disse. “Esse não é o momento de se dividir o País ainda mais, não é hora de construir muros. É hora de união para superar a crise que separa o País”, continuou o presidente da comissão.
Diferenças para caso Collor
Rosso também falou das diferenças entre o processo atual e o que levou à renúncia do ex-presidente Fernando Collor em 1992. “Hoje qualquer previsão de resultado é futurologia. Em 92 era difícil errar o resultado. Em 92 foram necessárias apenas quatro reuniões. Aqui já fizemos onze e, em respeito à democracia, fizemos audiências para esclarecer dúvidas.”