Partidos como PSol e PP mantinham divergência no debate. Enquanto o primeiro era contrário a qualquer aumento, os progressistas defendiam que os vencimentos fossem reajustados com o teto máximo, que corresponde a 75% do valor do salário de um deputado estadual, o que elevaria os vencimentos para R$ 14,5 mil. A reposição da inflação foi proposta pelo PT e corresponde ao mesmo percentual que foi concedido aos servidores municipais.
Os parlamentares também decidiram cortar o 14º salário e não aumentar para 37 o número de vereadores, apesar de o contingente populacional de Porto Alegre permitir a criação de mais uma vaga a partir do ano que vem. O reajuste aprovado repercute no Executivo municipal. O prefeito eleito terá salário de R$ 16,2 mil; o vice, R$ 13,5 mil e os secretários, os mesmos 10,8 mil que os parlamentares.