Sarney não acredita que a apreciação da matéria será prejudicada por possíveis questionamentos regimentais a serem feitos por senadores. Ontem, o senador Itamar Franco (PPS-MG) questionou o fato de a urgência à matéria não ter sido votada em plenário e destacou a necessidade de se respeitar a 48 horas para a apreciação uma vez aprovada a urgência.
O presidente explicou que ao mesmo tempo que o regimento interno do Senado estipula essas regras, também abre espaço para a quebra dos prazos. "Ontem o líder (do governo, Romero Jucá) me disse que havia um acordo com a oposição para que fosse votado hoje e o interstício quebrado, uma vez que na quinta-feira os senadores têm problemas de viagem e eles desejavam antecipar. Submeti a quebra de interstício ontem mesmo e o plenário aprovou a realização da sessão para hoje."