O governador frisou: “Todas elas, em maior ou menor medida, têm uma realidade de grandes problemas estruturais”. Além disso, para ele, as empresas “realizam atividades que não precisam mais ser feitas pelo próprio Estado”.
Sem ser específico, Sartori condicionou a venda das três estatais para a possibilidade de um Estado mais sustentável economicamente. “O RS vive um momento histórico, de travessia, em que precisamos decidir entre ficar presos ao passado ou construir um novo futuro”, disse. “Precisamos de um estado mais eficiente”, acrescentou. “Um estado que cuide mais e melhor do que é prioridade para a sociedade, segurança saúde, educação, segurança, infraestrutura e assistência social.”
Ele pediu para que sejam desconsiderados os impactos eleitorais. “Não é mais hora de pensar nas próximas eleições, mas nas próximas gerações”, afirmou. “A população que vai dizer o estado que queremos.”
Estou pedindo à @AssembleiaRS que autorize a convocação de plebiscito que decidirá não apenas o futuro de companhias, mas o futuro do Estado pic.twitter.com/uFTxxZAedD — José Ivo Sartori (@JoseIvoSartori) 30 de maio de 2017