O secretário da Casa Civil, Otomar Vivian, avalia que a maioria do Magistério valoriza o estímulo do governo à categoria com o piso de R$1.500, superior aos R$ 950 propostos pelo governo Lula. Vivian afirmou não acreditar na adesão dos professores à greve que deve ser proposta pelo Cpers-Sindicato durante a assembleia desta sexta-feira.
A presidenta da entidade destacou que o governo do Estado não negociou com os professores os projetos que envolvem alterações de carreira enviados ao Legislativo. Rejane de Oliveira disse que se houver uma segunda greve na gestão Yeda, de novo, a responsabilidade será da governadora. O secretário da Fazenda, Ricardo Englert, ressaltou que o governo do Estado atingiu o limite para beneficiar o Magistério. Segundo ele, a pasta não suportará qualquer tipo de substitutivo ou emenda parlamentar que gere aumento de despesa no projeto de valorização do serviço público.
Secretário da Casa Civil acredita que maioria do Magistério valoriza estímulo do governo
Presidenta do Cpers-Sindicato reclama que projetos não foram negociados