O secretário afirmou que o modelo proposto é espelhado nos estados do Piauí e do Paraná e que, desde que houve a primeira mudança, em 1998, a inconstitucionalidade nunca foi questionada, embora existam liminares favoráveis a alguns servidores desses estados. Pestana defendeu o aumento da alíquota para 16,5% para 18% dos servidores, que representam 53% dos gastos com a folha, alegando ser uma alternativa socialmente justa.
Entre os dados apresentados, estão um custo de R$ 7 bilhões com a previdência no ano passado, sendo que a arrecadação de 11% do funcionalismo, corresponde a R$ 1,6 bilhão, tendo o Estado que arcar com R$ 5,4 bilhões. O chefe da Casa Civil disse que, com o aumento da alíquota, o passivo vai diminuir sem reflexos na atual gestão, mas com impacto real e verdadeiro declínio a partir de 2027.
Diferentemente da bancada tucana no Parlamento, que ataca as propostas, o presidente estadual do PSDB, Nelson Marchezan Júnior, alerta para a necessidade de reforma. Ele ponderou que não se pode suportar déficit anual de R$ 5 bilhões na previdência e que esse é o tema mais importante que deve ser tratado pelo governo independentemente de diferenças ideológicas.