Política

Secretário-geral de Governo passa mal e é hospitalizado

Carlos Búrigo foi levado para o Hospital Mãe de Deus na madrugada desta terça-feira

Carlos Búrigo foi levado para o Hospital Mãe de Deus na manhã desta terça-feira
Carlos Búrigo foi levado para o Hospital Mãe de Deus na manhã desta terça-feira Foto : Galileu Oldemburg / Palácio Piratini / CP
O secretário-geral de Governo, Carlos Búrigo, passou mal na noite dessa segunda-feira, em Caxias do Sul, onde passava o dia com seus familiares.  De acordo com a assessoria do secretário ele sofreu oscilações de pressão, recebeu atendimento médico ainda em Caxias e por indicação do seu cardiologista veio a Porto Alegre quando foi internado no Hospital Mãe de Deus na madrugada desta terça-feira. Segundo a assessoria, o secretário passa bem e pode permanecer afastado de suas atividades por dois ou três dias apenas para a realização dos exames e repouso. 

Na noite desta terça-feira, a equipe de Búrigo, a pedido do secretário, postou em sua página no Facebook uma mensagem tranquilizando amigos e correligionários. Diz o texto: “Queridos amigos, por recomendação médica estou internado para a realização de alguns exames preventivos. Sofri uma oscilação de pressão na manhã da última segunda-feira, quando estava com familiares em Caxias do Sul. Estou me sentindo bem e, dentro de mais alguns dias, estarei de volta ao trabalho. A nossa equipe da Secretaria-Geral de Governo segue à disposição. Forte abraço”.

Búrigo é um dos políticos mais próximos do governador Sartori. Foi homem forte das duas gestões do peemedebista à frente da Prefeitura de Caxias do Sul, quando comandou a Pasta de Gestão e Finanças da cidade. Ele é ex-prefeito de São José dos Ausentes.

Carlos Búrigo tem a responsabilidade de monitorar e cobrar desempenho de outras secretarias. O secretário Geral do Governo confirmou o costume de Sartori de ligar à meia-noite ou durante a madrugada para conversar com integrantes da gestão. "Ele realmente é assim mesmo. Todos que estiverem no governo precisam entender que tem que estar à disposição em qualquer momento. A dedicação precisa ser total e exclusiva. São quatro anos de trabalho e passa rápido", acrescentou Búrigo.