Política

Secretários discutem contraproposta para o magistério

Na semana passada, professores rejeitaram reajuste de 8,5% apresentado pelo Governo do Estado

O poder Executivo voltou a discutir internamente o processo de negociação com o Cpers-Sindicato. Os secretários da Casa Civil, da Fazenda e da Administração estão reunidos no Palácio Piratini na tentativa de elaborar contraproposta ao Magistério, que rejeitou os 8,5% de reajuste nos vencimentos, oferecidos pelo governo na semana passada.

A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, informou que o índice eleva em R$30 o vencimento básico de um professor, que está abaixo de R$400. Disse, também, que uma bonificação de pouco mais de R$200 para determinados níveis da categoria é um ataque ao plano de carreira.

O secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, havia alertado que o percentual oferecido causaria impacto anual nos cofres públicos de cerca de R$ 150 milhões e ainda representaria aumento superior aos 6% oferecidos aos professores ao longo de todo o último governo.

Além de manter a expectativa de que a reunião termine com melhor proposta aos professores, o Cpers pretende retomar a discussão do pagamento do piso mínimo nacional.


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