O Ministério do Trabalho iniciou greve nesta quinta-feira, em resposta da categoria à suposta intransigência do governo federal em não implementar um plano específico de carreira já discutido na pasta e encaminhado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
A categoria ainda exige melhorias nas condições de trabalho; 30 horas semanais, sem redução de salários, com dois turnos diários para ampliar o atendimento à população; política de treinamento e capacitação permanente; ampliação das vagas do órgão; paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas; isonomia do auxílio-alimentação do Poder Executivo com o do Judiciário e retorno do regime de solidariedade nos descontos do plano de saúde.
Os funcionários grevistas intalaram uma banca em frente ao Ministério do Trabalho e estão pedindo para que a população volte para casa. Os trabalhadores que precisam encaminhar o seguro-desemprego, e aqueles que querem iniciar a carreira, são os principais prejudicados pela paralisação, já que a emissão da carteira de trabalho está suspensa. Além disso, ficam paradas as fiscalizações de irregularidades em empresas e negociações de dissídios.
Receita Federal
Já os servidores do Serviço Federal de Processamento de Dados, serviço ligado à Receita Federal, completam 16 dias de greve. Nesta manhã, os grevistas, que representam 36% dos trabalhadores do órgão no RS, fizeram apitaço em frente ao prédio, na avenida Antonio de Carvalho, e comeram um bolo de aniversário da paralisação.
Servidores do Ministério do Trabalho iniciam greve e exigem plano de carreira
Categoria pede melhorias nas condições de trabalho