Na terça-feira, o STJ concedeu alvará de soltura a 12 pessoas envolvidas no caso. Já a prisão de Góes e de mais cinco pessoas foi prorrogada. O pedido partiu do Ministério Público Federal (MPF), que argumentou a necessidade da prorrogação para garantir o andamento das investigações.
Além do ex-governador, permanecem presos o atual governador do Amapá, Pedro Paulo Dias de Carvalho; o presidente do Tribunal de Contas do Estado, José Júlio de Miranda Coelho; o ex-secretário de Educação José Adauto Santos Bitencourt; o secretário estadual de Segurança, Aldo Alves Ferreira; e o empresário Alexandre Gomes de Albuquerque. A prisão temporária expira no próximo domingo.
A Operação Mãos Limpas, deflagrada na sexta-feira, desarticulou um esquema criminoso de desvio de dinheiro público envolvendo políticos, empresários e servidores públicos do Amapá.