"Não via problema em outras pessoas usarem o computador, pois confiava e não consigo enxergar maldade em meus colegas", assinala. A investigação da Receita indica que o acesso aos dados de Eduardo Jorge ocorreu no computador de Adeildda, com uso da senha da analista tributária Antônia Aparecida Neves Silva. As duas trabalhavam na Agência Mauá, foco do escândalo.
Há 23 anos na carreira Adeildda afirma que "jamais agiu ou contribuiu para a quebra de sigilo fiscal de nenhum contribuinte, seja ele político, famoso ou não". Diz que nunca foi filiada a nenhum partido político e nem a nenhuma entidade sindical. "Não tenho predileção partidária. Até ser intimada, não sabia quem era o senhor Eduardo Jorge." Disposta a colaborar com as investigações, ela abriu mão de seu próprio sigilo. "Coloco desde já minhas contas bancárias à disposição da Polícia Federal, abro meu sigilo fiscal e telefônico." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.