Durante discurso no encontro coordenado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado. Tarso disse que as empresas privadas que administram os pedágios no RS visam somente ao lucro e, por isso, acabam impondo uma pena à população sem atender os requisitos mínimos. “A responsabilidade não é das empresas e, sim, do governo e dos políticos, que implantaram esse sistema nas rodovias gaúchas há 15 anos”, destacou.
Ele afirmou ainda que caso a liminar favorável à Coviplan não seja derrubada, o Piratini ainda tem condições de levar para uma outra instância. “Sabemos que é difícil, mas temos que ter calma”, observou.
Quatro praças de cobrança de pedágio compõem o polo de Carazinho: duas nas BR 285 (entre Passo Fundo e Carazinho e outra entre Carazinho e Santa Bárbara) e duas na BR 386 (entre Carazinho e Sarandi e outra próxima de Soledade).