"Estamos trabalhando várias hipóteses. Queremos que o sistema tenha sustentabilidade, que dê perspectivas aos servidores, que eles saibam para onde está indo o seu dinheiro e para que eles visualizem no futuro uma recompensa por aquilo que se desconta do seu salário", afirmou Tarso, que evitou confirmar ou negar o aumento da contribuição previdenciária.
O governador também afirmou que o envio do pacote de sustentabilidade financeira à Assembleia Legislativa foi adiado, pela segunda vez, para o final da segunda semana de maio. Além do aprofundamento das questões técnicas, um dos motivos do atraso é a necessidade de ganhar tempo para explicar aos deputados aliados a necessidade de aprovar algumas propostas emergenciais que devem gerar polêmicas, como a mudança no pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs). "Vai demorar 30 dias mais do que nós esperávamos. Não somente pela complexidade, mas pelo volume de questões que abordamos. É mais do que meia dúzia de questões", explicou Tarso.